Em março desse ano, no meu último post eu falava sobre não estarmos acostumados as perdas. Não foi preciso muito tempo para eu comprovar mais ainda esse sentimento. Há exatas duas semana eu me despedi fisicamente da pessoa mais importante da minha vida: Meu Pai. Ele foi o meu esteio, meu alicerce. Com ele aprendi as coisas simples da vida, lições importantes que me fizeram a pessoa que sou hoje. Muitos dizem que eu sou muito parecida com ele, não só aparência, mas ações e atitudes também. Talvez por isso, pela sintonia que a gente sempre teve, eu continuo com a sensação que ele está ao alcance da minha mãe, basta pegar o telefone e ligar...
Nesse processo todo o que ajudou muito foi o apoio dos amigos, manifestações de diferentes tipos, de pessoas próximas, de pessoas distantes. Nossa como isso foi importante....
Espaço dedicado a minha vontade de revelar as minhas descobertas e sentimentos
quinta-feira, 2 de junho de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Reflexão sobre a vida...
Aprendemos desde a cedo que na vida existem perdas. Perdemos os dentes de leite, os animais de estimação, os coleguinhas que mudam de escolas, as professoras que não nos acompanham durante toda a jornada escolar e por ai vai... deveríamos ser mais forte, mais resistentes, até porque a perda é natural na nossa vida. Mas por mais que repitamos e vivamos tudo isso, nunca estamos preparados quer seja a situação mais simples, quer a mais dura e dolorosa...
Descobri que com o passar dos anos, em vez de ganharmos resistências, ficamos mais sensíveis, mais temerosos, as lágrimas são mais freqüentes, a tristeza também ...
Coisas bobas nos desmontam, coisas fortes nos desestruturam, mas também nos mostram o quanto estamos longes de ser fortes...
Descobri que com o passar dos anos, em vez de ganharmos resistências, ficamos mais sensíveis, mais temerosos, as lágrimas são mais freqüentes, a tristeza também ...
Coisas bobas nos desmontam, coisas fortes nos desestruturam, mas também nos mostram o quanto estamos longes de ser fortes...
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Hora de escrever
Estamos na reta final do processo eleitoral de 2010, e a cada dia vemos absurdos de todos os lados. São promessas malucas, candidatos sem noção, enfim um circo total. Escolhi ficar só assistindo e tenho feito isso nos últimos anos, fruto de uma decisção particular. Ser jornalista é ser ético, e pela ética não temos preferências, deveríamos ter imparcialidade, saber que mesmo que trabalhemos para o fulano ou sicrano, não deveríamos ter paixões e sim fazer o nosso trabalho. Infelizmente por aqui ainda não é assim, e é comum os amigos de ontem se tornarem inimigos do amanhã. Prefiro não arriscar. As minhas convicções a mim pertecem. meus candidatos? só a urna conhecerá. Medo? receio? não somente a certeza de que a profissão que escolhi me pede um certo dicernimento e ainda estar de um único lado o da notícia feita da maneira correta, sem proteções, sem predileções. Viva a Democracia e os devaneios também...
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Inquietação !!
Nos últimos dias os temas tem sido recorrentes. Eleições 2010, caso Bruno, caso Mércia, caso Rafael. As informações correm sempre para um mesmo lado, e nós pobres telespectadores ficamos com a sensação de filme repetido.
As interpretações do delegado do caso Eliza Samúdio me irritam, mesmo se houvesse um possível inocente na história, ele incriminaria, tal seus trejeitos e descrições sobre o caso, e para piorar ainda sai com a frase "a brutalidade da morta dessa moça nos chocou", será que ele é novato na polícia? porque por lá desgraça pouca é bobagem e casos escabrosos chegam a todo momento.
O sofrimento do irmão da advogada Mércia. Em busca de desvendar o crime ele mesmo começou a investigar, correr em busca de pistas, tudo aponta para Mizael, mas ele continua solto e desafiando a inteligência da população, ele é ou não culpado?
E o filho da Cissa Guimarães, o que tinha de andar de Skate numa hora daquelas num túnel? Me fiz muito essa pergunta, claro até o julguei pelo erro dele também, mas ao ouvir alguns relatos esqueci desse detalhe. A nota da PM do Rio dizendo que os policiais não viram nada de suspeito no carro (acho que eles tem problema de visão e no carater também) me mostrava um outro caminho, o do suborno. Pelo menos o país não passou totalmente a mão na cabeça do filho, denunciou o erro mesmo fazendo parte dele. Por fim vendo uma reportagem em um outro canal de tv, me deparei com a situação: Os skatistas reclamando por não terem lugar para praticar o esporte, e com isso se arriscam nas madrugadas, no sonho de ruas vazias e na sorte de não cruzar com motoristas embriagados ou em alta velocidade.
Este é o Brasil, que nos causa inquietação com tantas notícias chocantes e poucas resoluções eficientes. Mas vale lembrar que este é um ano de decisões, e que elas podem ajudar a definir desfechos melhores para esses casos.
As interpretações do delegado do caso Eliza Samúdio me irritam, mesmo se houvesse um possível inocente na história, ele incriminaria, tal seus trejeitos e descrições sobre o caso, e para piorar ainda sai com a frase "a brutalidade da morta dessa moça nos chocou", será que ele é novato na polícia? porque por lá desgraça pouca é bobagem e casos escabrosos chegam a todo momento.
O sofrimento do irmão da advogada Mércia. Em busca de desvendar o crime ele mesmo começou a investigar, correr em busca de pistas, tudo aponta para Mizael, mas ele continua solto e desafiando a inteligência da população, ele é ou não culpado?
E o filho da Cissa Guimarães, o que tinha de andar de Skate numa hora daquelas num túnel? Me fiz muito essa pergunta, claro até o julguei pelo erro dele também, mas ao ouvir alguns relatos esqueci desse detalhe. A nota da PM do Rio dizendo que os policiais não viram nada de suspeito no carro (acho que eles tem problema de visão e no carater também) me mostrava um outro caminho, o do suborno. Pelo menos o país não passou totalmente a mão na cabeça do filho, denunciou o erro mesmo fazendo parte dele. Por fim vendo uma reportagem em um outro canal de tv, me deparei com a situação: Os skatistas reclamando por não terem lugar para praticar o esporte, e com isso se arriscam nas madrugadas, no sonho de ruas vazias e na sorte de não cruzar com motoristas embriagados ou em alta velocidade.
Este é o Brasil, que nos causa inquietação com tantas notícias chocantes e poucas resoluções eficientes. Mas vale lembrar que este é um ano de decisões, e que elas podem ajudar a definir desfechos melhores para esses casos.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Comunicar...???
Trabalhar com comunicação parece fácil para quem está do outro lado. Para aqueles que trabalham na TV, os admiradores são muitos, acham que é fácil, é só ir lá no estúdio, se posicionar e pronto, tudo feito. Mas na prática e nas entrelinhas não é bem assim. Há de se pensar que a pessoa sentada ali na cadeira e que chega à sua casa através da TV requer muito mais que apenas sentar e ler o roteiro. Dali surgem admirações, simpatias e antipatias também, por isso é preciso se concentrar no que faz. Nos últimos dias me percebi mais intolerante a esses profissionais, e olha que já estive do lado de lá. Mas tal sentimento tem uma explicação, as entrevistas estão cada vez mais vazias, não existe uma profundidade, e quando finalmente o entrevistado vai dar a valiosa informação, o entrevistador acaba tudo, como se tivesse cumprido o seu papel, com isso nós espectadores ficamos a ver navios, esperando quem sabe uma próxima oportunidade.
Mas e ai? esse é o papel dos comunicadores? deixar dúvidas em vez de informar? Meu Deus será que eu também fiz isso nos meu tempos de TV? Bom, agora é se concentrar, quem sabe se um dia para lá eu voltar, não cometer tais falhas, afinal comunicar exige clareza, e sem isso acho que está mais para desinformação que informação.
Mas e ai? esse é o papel dos comunicadores? deixar dúvidas em vez de informar? Meu Deus será que eu também fiz isso nos meu tempos de TV? Bom, agora é se concentrar, quem sabe se um dia para lá eu voltar, não cometer tais falhas, afinal comunicar exige clareza, e sem isso acho que está mais para desinformação que informação.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Momentos da vida
Há dias que nem vemos o caminho que passamos, tão é a concentração em chegar onde se deve. E ai um belo dia descobrimos que muita coisa mudou e gente nem viu. No lugar do mato agora tem prédio construído. Onde antes era só um terreno baldio hoje abriga uma casa, e assim vai se transformando a cidade, bem aos nosso pés e quase não enxergamos.
Mas um dia a gente presta atenção e vê quantas mudanças. Aprende que é preciso olhar melhor o que caminho que seguimos, ter mais atenção, a vida é rápida demais, e não dá para voltar no tempo e recuperar o que se perdeu.
Por isso, por mais pressa se tenha, admire o seu caminho, conheça o bem, e aproveite, pois amanhã tudo poderá ser diferente.....
Mas um dia a gente presta atenção e vê quantas mudanças. Aprende que é preciso olhar melhor o que caminho que seguimos, ter mais atenção, a vida é rápida demais, e não dá para voltar no tempo e recuperar o que se perdeu.
Por isso, por mais pressa se tenha, admire o seu caminho, conheça o bem, e aproveite, pois amanhã tudo poderá ser diferente.....
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Um flagrante

Era um dia daqueles, o cansaço já tomava conta, mas a noite estava apenas começando e tinha muita coisa a acontecer e eu não tinha como parar. No meio do caminho tinha um antigo conhecido, fazia tempo que não nos falávamos e ai veio a redenção, uma foto, um click e ali voltava o assunto que ficou calado por mais de dois anos. A foto foi a redenção. A vida é assim, quando menos se espera ela nos surpreende.
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